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Paraná amplia liderança como maior, produtor de peixes e cultivos do país

  Mesmo ante os reflexos causados pela pandemia do novo coronavírus, atividade cresceu 11,5% no Estado, em 2020, com produção de 172 mil toneladas pescadas A piscicultura do Paraná continua sua trajetória de, ano a ano, conquistar resultados que permitem consolidar a sua soberania nacional. Mesmo ante os reflexos causados pela pandemia do novo coronavírus, a atividade cresceu 11,5% no Estado, em 2020, com produção de 172 mil toneladas pescadas. Absoluto como principal produtor de peixes de cultivo no país, o Paraná ainda ampliou sua liderança no ranking: produziu 130% mais que São Paulo, o segundo colocado. De quebra, a organização da cadeia produtiva e a disponibilidade de lâminas d’água em abundância trazem uma perspectiva para lá de positiva. A tendência para os próximos anos é de que a piscicultura paranaense continue crescendo, levando cada vez mais peixe à mesa de consumidores brasileiros e de outros países. Os dados constam do Anuário Peixe BR 2021, que traz um mapeament...

Uso de probióticos no inverno

A temperatura na piscicultura pode ser um fator lim itante de acordo com a espécie escolhida para a produção. Isso ocorre porque os pei xes são animais peciloté rmicos e sua temperatura corporal é regulada pela temperatura do ambiente. Na piscicultura , dependendo da espécie cult ivada, a baixa temperatura apresent a efeito já a partir dos 2 5ºC , onde há redução considerável no consumo de ração. No entanto o efeito da baixa temperatura mais preocupante no sistema de cultivo é a supressão do sistema imunológico do s animais , isso ocorre quando a água atinge 20 ºC. Assim os animais ficam susceptíveis a bactér ias patogênicas que são modul adas pel a baixa qualidade de água e sedimento nos ambientes de cultivo. As b act érias no sistema de cultivo f icam ati vas até aproximadamente 1 7ºC , tend o desse modo, uma amplitude de conforto considerável para acometer os peixes . Desse modo a s maiores mortalidades por bacteriose no período de inverno ocorrem no ...

O que é a "nata" de cor verde que aparece flutuando na água do meu tanque ?

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São algas verdes em excesso que deixam uma aparência de grumos (flocos) na superfície da água, dando aspecto de uma “nata”. Essa grande quantidade de algas pode ser explicada por vários fatores : 1 - baixa renovação de água 2 - excesso de peixes 3 - sobras de ração                                                                        4 - acúmulo de matéria orgânica ( lodo ) 5 - muitos nutrientes que “adubam” a água e propiciam o desenvolvimento das algas  6 - falta do dreno de fundo . Eu sugiro uma leitura neste artigo :  https://pisciculturasepesqueiros.blogspot.com/2020/03/a-importancia-do-dreno-de-fundo.html Para minimizar esse problema, deve-se resolver as situações acima. Além disso, pode-se  utilizar plantas aquáticas para absorver os nutrientes.  Exemplos :  aguapé ou...

Porque a água dos lagos, tanques e viveiros de peixes fica verde ?

A coloração esverdeada é devido à presença de algas verdes em suspensão.   As algas  verdes  são seres unicelulares ( organismos com uma célula ) que proliferam   em ambientes com excesso de nutrientes ( principalmente fósforo e nitrogênio ) , com sobras de ração, com excesso de excrementos dos peixes e com acúmulo de matéria orgânica .       Essas substâncias são verdadeiros adubos para as algas crescerem e se multiplicarem.   Os ambientes aquáticos expostos à luz solar e enriquecidos com essas substâncias propiciam a condição adequada para a multiplicação delas.   As algas verdes são responsáveis pela fotossíntese, processo pelo qual elas retiram o gás carbônico e liberam o oxigênio para a água durante o dia na presença da luz solar. Através da respiração das algas, dos peixes e de outros organismos aquáticos, o oxigênio vai sendo consumido ao longo do dia. O consumo também acontece à noite mas não há produção nem liberação d...

Peixe cego pode ajudar na regeneração do coração humano

O estudo sobre a espécie pode criar um método de recuperação que seja aplicado em humanos O processo de regenerar o coração feito por alguns peixes está sendo pesquisado por cientistas da Europa a fim de criar um processo similar para o coração humano. O órgão perde a sua capacidade de funcionamento depois de um ataque cardíaco. Encontrar formas para reverter isso, salvaria milhões de vidas. Para isto, estudos estão sendo feitos com uma variação do  Astyanax Mexicanus , também conhecido como peixe caverna. Esta espécie de água doce, quando encontrada em rios e riachos do México e do Texas (EUA), tem aparência comum. Mas, quando ele habita poços formados nas profundezas de cavernas, é cego e se adaptou ao escuro do ambiente que vive. Como parte dessa evolução, este animal ganhou papilas gustativas e linhas de detecção de vibração mais sensíveis. O metabolismo também é menor em comparação com outros peixes, o que significa que ele pode viver mais, mesmo com a poucos aliment...

Cinco regras para fisgar mais com as iscas naturais

Detalhes como qual tipo de anzol usar e como utilizar, cuidado ao prender a isca no anzol podem fazer muita diferença Utilizar iscas naturais pode parece ser simples, mas existem detalhes que fazem bastante diferença no sucesso dessa pescaria. Pensando nisso, listamos cinco “regras” que vão contribuir bastante para as suas fisgadas, confira: 1º Pesque com isca viva ou a mais fresca possível Ninguém quer comer algo estragado, inclusive os peixes. Por isso, use as iscas frescas, que ainda mantenha os fluídos corporais, pois eles ajudam a atrair o peixe. Evite iscas apodrecidas ou azedas. Mas, lembre-se: em alguns casos elas fazem sucesso como os grãos para piaparas. O mesmo vale para as iscas salgadas – use apenas em último caso para conservá-la. 2º A escolha do anzol é fundamental O formato da boca dos peixes é diferente, por isso procure por um anzol que se adapte a espécie que está tentando capturar. Existem diversos  modelos de anzois  e eles mudam conforme...

Piracema começou dia 1º de outubro no Mato Grosso

Período de defeso, de proibição da pesca para garantir a reprodução, vigora a partir de outubro até 31 de janeiro de 2021 A piracema, período de reprodução dos peixes em que a pesca fica proibida, começa dia 1º de outubro e vai até 31 de janeiro de 2021 no Mato Grosso. Estabelecimentos comerciais (frigoríficos, peixarias, postos de venda, restaurantes, hotéis e similares) deverão declarar o estoque de pescado até o dia 2 de outubro. Essas declarações devem ser entregues na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) informando o tipo de produto: peixes in natura, resfriados ou congelados e também peixes vivos para fins ornamentais ou como isca viva. A declaração se estende aos peixes vivos nativos para fins ornamentais ou para uso como isca viva. Durante a piracema é permitida apenas a pesca de subsistência, desembarcada, praticada artesanalmente por populações ribeirinhas para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais. Fique atento Nos rios de divisa entre...